Quando o FHC, que além de cientista social é um político experiente,
trata as imposições de grupos globalistas como se fossem imperativos
categóricos universais, exigidos pela simples força anônima do
"progresso histórico", isso se chama CHARLATANISMO.
Toda a arte do FHC consiste em proferir enormidades no tom e com os
ares de quem diz a coisa mais ponderada e científica do universo.
Por que, meu saco, por que coisas como gayzismo, feminismo, abortismo
e droguismo teriam de ser aceitas como imperativos categóricos, sem
poder ser submetidas à menor análise crítica? Hoje em dia, quanto mais
extravagante e desastrosa é uma idéia, mais ela é imposta como dogma
inquestionável, do qual só um louco ou um extremista ousaria duvidar.
Os banheiros unissex já viraram um desses imperativos categóricos.
Grandes empresas estão boicotando o Estado de North Carolina, sabem por
que? Porque ali as mulheres ainda NÃO são obrigadas a mijar no banheiro
dos homens.
Se você é contra os banheiros unissex, você é indiscutivelmente um fascista, um extremista, um terrorista.
A coisa mais impressionante é a VELOCIDADE das mudanças psíquicas que
essa gente quer impor. Qualquer merda que venha da cabeça de um
globalista incorpora-se aos Dez Mandamentos em menos de vinte e quatro
horas, e quem não se adapte imediatamente é excluído da espécie humana.
Os antigos invasores islâmicos da Europa davam ao menos um prazo para
o cidadão se converter ou se foder. Eles eram muito mais pacientes do
que o FHC ou a Márcia Tiburi.
Segundo a Márcia Tiburi, ficar nervoso é fascismo.
O de C
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