sexta-feira, 8 de abril de 2016

Quando o FHC, que além de cientista social é um político experiente, trata as imposições de grupos globalistas como se fossem imperativos categóricos universais, exigidos pela simples força anônima do "progresso histórico", isso se chama CHARLATANISMO.

Toda a arte do FHC consiste em proferir enormidades no tom e com os ares de quem diz a coisa mais ponderada e científica do universo.

Por que, meu saco, por que coisas como gayzismo, feminismo, abortismo e droguismo teriam de ser aceitas como imperativos categóricos, sem poder ser submetidas à menor análise crítica? Hoje em dia, quanto mais extravagante e desastrosa é uma idéia, mais ela é imposta como dogma inquestionável, do qual só um louco ou um extremista ousaria duvidar.

Os banheiros unissex já viraram um desses imperativos categóricos. Grandes empresas estão boicotando o Estado de North Carolina, sabem por que? Porque ali as mulheres ainda NÃO são obrigadas a mijar no banheiro dos homens.

Se você é contra os banheiros unissex, você é indiscutivelmente um fascista, um extremista, um terrorista.

A coisa mais impressionante é a VELOCIDADE das mudanças psíquicas que essa gente quer impor. Qualquer merda que venha da cabeça de um globalista incorpora-se aos Dez Mandamentos em menos de vinte e quatro horas, e quem não se adapte imediatamente é excluído da espécie humana.

Os antigos invasores islâmicos da Europa davam ao menos um prazo para o cidadão se converter ou se foder. Eles eram muito mais pacientes do que o FHC ou a Márcia Tiburi.

Segundo a Márcia Tiburi, ficar nervoso é fascismo.



O de C



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