Tão logo a Dilma caia do burro, a esquerda, desprovida da mamadeira
estatal, seguirá duas direções simultâneas: a agitação violenta nos
campos e, nas cidades, a retomada da "revolução cultural" elevada à
enésima potência. Como essa cambada interpreta a situação atual como um
"remake" de 1964, ela reagirá voltando à estratégia dupla que então
adotou, mesmo porque não sabe fazer outra coisa e vive no passado. Se
vai ou não conseguir atiçar os países comunistas para uma guerra contra o
Brasil, depende das conveniências internacionais, mas que vai obter
alguma ajuda deles é certo como 2 + 2 = 4.
O de C
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