domingo, 8 de maio de 2016

Tudo começou discretamente sessenta anos atrás, com o Martin Lings coletando discípulos entre intelectuais e nobres, sem que ninguém reparasse. Aquilo Del Nisso:

http://www.thesun.co.uk/sol/homepage/news/politics/7132485/Sadiq-Khan-beats-Zac-Goldsmith-to-become-Londons-first-Muslim-mayor.html

Tudo começa como moda chique e termina em genocídio.

Vejam quem os londrinos escolheram como seu prefeito:

http://www.standard.co.uk/news/london/exposed-sadiq-khans-family-links-to-extremist-organisation-a3179066.html

O segredo do sucesso de muçulmanos e comunistas contra as elites ocidentais é um só: superioridade intelectual. Não que sejam grandes gênios, mas têm uma visão estratégica de longo prazo que a maior parte dos intelectuais do Ocidente, infectada de positivismo até à medula e confiante no poder absoluto da tecnologia, não entende nem pode entender.

Para a quase totalidade das classes falantes no Ocidente, alegar contra um candidato a sua filiação religiosa é racismo: as duas esferas devem permanecer rigidamente separadas. Para o Islam, onde politica e religião são exatamente a mesma coisa, isso é uma oportunidade de ouro: pode-se impor ume hegemonia religiosa sem que a nação ocupada dê a si mesma o direito de dizer uma só palavra contra isso.

O prefeito muçulmano de Londres é favorável ao casamento gay. Para a mentalidade liberal, isso indica que ele é um "moderado". Mas, na cabeça dele, é só um sinal de quanto é gostoso poder impor uma camisa-de-força politicamente correta ao adversário sem ter de ficar preso nela também.

Se uma sociedade morre de medo de dizer uma palavrinha desagradável sobre os gays e a sua concorrente não tem a menor inibição de matá-los, é óbvio que esta tem todo o interesse de fomentar aquele medo na primeira.

O muçulmano pode sacrificar esta vida por objetivos de longuíssimo prazo porque tem a perspectiva do paraíso com suas setenta virgens; o comunista, porque tem a miragem da sociedade perfeita que se agita diante dele e o atrai para a frente como uma cenoura de burro. O homem ocidental tem no máximo a esperança de um carro novo ou da próxima trepada, na qual nenhum sacrifício faz sentido. A diferença da escala temporal entre a mente dele e a de seus dois inimigos é monstruosa e intransponível. O cristianismo poderia restaurar nele o senso de uma meta dourada para além desta vida, mas está mais empenhado em parecer bonzinho. E aqueles nos quais ainda resta um pouco do velho espírito cristão gastam toda a sua energia no esforço de controlar seus impulsos sexuais (bem como os do vizinho).

Em décadas e décadas de missas assistidas e sermões ouvidos, só úma única vez, e nos anos 70 do século passado, vi um padre descrevendo a imagem do paraíso e da vida futura. Assim não dá.

O Ocidente é majoritariamente habitado por dois tipos de pessoas: ateus que só pensam em prazer e dinheiro e cristãos que se sentem inibidos de entrar na guerra contra o mal no mundo porque acreditam que só terão o direito de fazê-lo quando forem santinhos. A fila de recrutamento da próxima Cruzada está vazia.

Precisamos de um Papa -- ou de um novo S. Bernardo -- que prometa a salvação aos adúlteros, bandidos e prostitutas que arrisquem a vida na luta pela honra do Nome do Senhor.

Imigração em massa só funciona para o bem quando a nação tem meios cuturais poderosos de transformar estrangeiros em patriotas. Se não tem, ou se fica inibida de usá-los, a imigração é como uma dose maciça de vírus e bactérias. Quarenta por cento dos londrinos não são ingleses de nascimento -- nem de coração.

Teste o padre da sua paróquia: peça-lhe para descrever algo da vida eterna. Se ele desconversar ou ficar sem jeito, dê-lhe um pé na bunda e nunca mais volte à igreja dele.

http://www.israelislamandendtimes.com/muslims-massacred-669-million-non-muslims-since-622ad/

O de C

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