Tudo começou discretamente sessenta anos atrás, com o Martin Lings
coletando discípulos entre intelectuais e nobres, sem que ninguém
reparasse. Aquilo Del Nisso:
http://www.thesun.co.uk/sol/homepage/news/politics/7132485/Sadiq-Khan-beats-Zac-Goldsmith-to-become-Londons-first-Muslim-mayor.html
Tudo começa como moda chique e termina em genocídio.
Vejam quem os londrinos escolheram como seu prefeito:
http://www.standard.co.uk/news/london/exposed-sadiq-khans-family-links-to-extremist-organisation-a3179066.html
O segredo do sucesso de muçulmanos e comunistas contra as elites
ocidentais é um só: superioridade intelectual. Não que sejam grandes
gênios, mas têm uma visão estratégica de longo prazo que a maior parte
dos intelectuais do Ocidente, infectada de positivismo até à medula e
confiante no poder absoluto da tecnologia, não entende nem pode
entender.
Para a quase totalidade das classes falantes no Ocidente, alegar
contra um candidato a sua filiação religiosa é racismo: as duas esferas
devem permanecer rigidamente separadas. Para o Islam, onde politica e
religião são exatamente a mesma coisa, isso é uma oportunidade de ouro:
pode-se impor ume hegemonia religiosa sem que a nação ocupada dê a si
mesma o direito de dizer uma só palavra contra isso.
O prefeito muçulmano de Londres é favorável ao casamento gay. Para a
mentalidade liberal, isso indica que ele é um "moderado". Mas, na cabeça
dele, é só um sinal de quanto é gostoso poder impor uma camisa-de-força
politicamente correta ao adversário sem ter de ficar preso nela também.
Se uma sociedade morre de medo de dizer uma palavrinha desagradável
sobre os gays e a sua concorrente não tem a menor inibição de matá-los, é
óbvio que esta tem todo o interesse de fomentar aquele medo na
primeira.
O muçulmano pode sacrificar esta vida por objetivos de longuíssimo
prazo porque tem a perspectiva do paraíso com suas setenta virgens; o
comunista, porque tem a miragem da sociedade perfeita que se agita
diante dele e o atrai para a frente como uma cenoura de burro. O homem
ocidental tem no máximo a esperança de um carro novo ou da próxima
trepada, na qual nenhum sacrifício faz sentido. A diferença da escala
temporal entre a mente dele e a de seus dois inimigos é monstruosa e
intransponível. O cristianismo poderia restaurar nele o senso de uma
meta dourada para além desta vida, mas está mais empenhado em parecer
bonzinho. E aqueles nos quais ainda resta um pouco do velho espírito
cristão gastam toda a sua energia no esforço de controlar seus impulsos
sexuais (bem como os do vizinho).
Em décadas e décadas de missas assistidas e sermões ouvidos, só úma
única vez, e nos anos 70 do século passado, vi um padre descrevendo a
imagem do paraíso e da vida futura. Assim não dá.
O Ocidente é majoritariamente habitado por dois tipos de pessoas:
ateus que só pensam em prazer e dinheiro e cristãos que se sentem
inibidos de entrar na guerra contra o mal no mundo porque acreditam que
só terão o direito de fazê-lo quando forem santinhos. A fila de
recrutamento da próxima Cruzada está vazia.
Precisamos de um Papa -- ou de um novo S. Bernardo -- que prometa a
salvação aos adúlteros, bandidos e prostitutas que arrisquem a vida na
luta pela honra do Nome do Senhor.
Imigração em massa só funciona para o bem quando a nação tem meios
cuturais poderosos de transformar estrangeiros em patriotas. Se não tem,
ou se fica inibida de usá-los, a imigração é como uma dose maciça de
vírus e bactérias. Quarenta por cento dos londrinos não são ingleses de
nascimento -- nem de coração.
Teste o padre da sua paróquia: peça-lhe para descrever algo da vida
eterna. Se ele desconversar ou ficar sem jeito, dê-lhe um pé na bunda e
nunca mais volte à igreja dele.
http://www.israelislamandendtimes.com/muslims-massacred-669-million-non-muslims-since-622ad/
O de C
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