domingo, 13 de março de 2016

Falar de “os judeus” como nome de um agente histórico é sempre chavão anti-semita O coletivo abrange desde o rabino Schneerson e o dr. Victor Frankl até Marx e Trótski. Duvido que, entre eles, tenham combinado alguma treta em segredo.
 
David Barros Olavo de Carvalho professor, e o que voce tem a dizer sobre o livro os protocolos dos sabios de siao?
Olavo de Carvalho David Barros Uma farsa, mas genial como antecipação de certas tendências do século XX se você trocar “judeus” por “globalistas.
 
Toda ação coerente, deliberada e contínua pressupõe a unidade do agente. No plano histórico, só existe essa unidade nas organizações hierárquicas onde os chefes controlam suficientemente a conduta dos seus subordinados, como por exemplo a Igreja Católica até o século XIX, o Partido Comunista, a Maçonaria, famílias reais e dinásticas ou um exército.
Nações e raças NÃO SÃO agentes históricos. 
 
O de C 

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