domingo, 22 de maio de 2016

Se o Michel Temer quiser mesmo ficar em cima do muro, se fazendo de Isentão, os petistas vão DESTRUI-LO.

Há décadas venho dizendo que destruir o monopólio esquerdista dos meios de comunicação, do show business, do mercado editorial e do sistema de ensino é MAIS IMPORTANTE E URGENTE do que trocar de presidente da República. Pois bem, trocaram de presidente e o sistema de dominação esquerdista mostrou que ainda é a força mais decisiva deste país, dobrando a vontade do novo presidente em menos de 24 horas.

O impeachment foi bom ao menos para uma finalidade: mostrar que o poder não está em Brasília, sentado na cadeira de presidente; está em toda a sociedade, "ocupando espaços". Desalojar os ocupantes desses espaços é mais importante do que mil impeachments. O impeachment seria de fato a medida salvadora se tivéssemos a garantia de que o novo governo faria a "caça às bruxas", que o sr. Michel Temer, precisamente, prometeu não fazer. Logo, com impeachment e tudo, nada foi feito e tudo está por fazer.

Nesta semana, a Beatriz Kicis e a Joice Hasselmann ganharam a Medalha Olavo de Carvalho de bravura cívica. O Michel Temer ganhou a Medalha Tio Rei de boiolice.

Alguma boa alma pode, por favor, enviar os meus livros ao Michel Temer? É tratamento de urgência.


O de C


Dizer, como a Globo, que o projeto "Escola Sem Partido" visa a "limitar o que os professores podem dizer em classe" é INVERTER os dados do problema. A limitação existe é hoje, quando nenhum professor pode contrariar a hegemonia esquerdista sem sofrer pressões, boicote e eventualmente perda do emprego.

O projeto "Escola Sem Partido" é mil vezes mais importante do que qualquer impeachment. Ele tem de ser doravante o front de luta principal de todos os movimentos populares, se quiserem mesmo mudar o curso das coisas no Brasil em vez de só fazer bonito.


O de C
Um engraçadinho, tomando as dores da classe dos boiolas, na qual ele inclui todos os homossexuais -- coisa que eu jamais faria --, tenta jogar para cima de mim a chantagem estatística, bradando que neste país morre assassinado um gay a cada 28 horas. São 312 por ano, a centésima-nonagésima-segunda parte dos 60 mil brasileiros em geral que sofrem o mesmo destino. Se os gays fossem mesmo TRÊS por cento da população (eles dizem que são muitos mais), e MIL E OITOCENTOS deles fossem assassinados por ano, isso estaria dentro da média estatística e não se poderia falar de nenhuma violência especial voltada contra os gays. Mas, se são 312, isso mostra que, no conjunto, os gays são MUITO MENOS vítimas de violência do que os demais brasileiros.

Aposto as duas bolas do meu velho saco que, lendo esse cálculo, vai aparecer algum histérico bradando que aplaudo o assassinato de gays.


O de C
Ajuda paternal de brasileiro é assim: Ele põe você no colo, mas está de pau duro.

O de C
Quando eu era adolescente, no ginásio, tinha inveja dos covardes. Eles eram protegidos e sempre se saíam bem, enquanto eu agüentava o tranco sozinho e só me fodia. Hoje vejo que essa situação era um resumo microscópico da sociedade brasileira.

Cheguei a criar um tipo de admiração pelos boiolas. Eles tinham um talento que me faltava por completo: o de tirar o cu da seringa e oferecer o do vizinho.

O de C
O discurso do Lula no décimo-quinto aniversário do Foro de São Paulo, que comento no artigo "Lula, réu confesso"(http://www.olavodecarvalho.org/semana/050926dc.htm) DESAPARECEU do site da Presidência da República. Eis o que aparece no lugar dele. Ocultação criminosa, evidentemente.

O de 
Saber que o médico e coronel de bombeiros Paulo Lopes é o ator do filme "Bonifácio" foi para mim uma das grandes alegrias do ano. Sempre tive especial simpatia por esse meu aluno, homem inteligente, engraçado, e um coração de ouro.

O de C